A palestra com Iara Vidal, foi um relato de como funciona na prática uma assessoria de imprensa. Fatos, imprevistos e o que um assessor deve fazer diante de diversas situações que ocorrem diariamente nas assessorias. Bem diferente do que se lê nos livros, um dia de trabalho numa assessoria não é nada fácil segundo os relato de Iara. De tudo dito na palestra, ela conta que para ser um bom assessor se deve vestir a camisa empresa ou instituição, dizer sempre a verdade. O que na minha opinião mais chamou atenção de tudo que foi dito.
Situações de crises, em alguns casos são esperados, mas na maioria das vezes não. Estar preparado para enfrentar situações de crise é um bom atributo do profissional , principalmente voltado para a área de comunicação. Assistindo à palestra, imaginei como seria gerenciar uma crise ,ou melhor, uma situação de caos instalado como uma tragédia, ou acidente ambiental envolvendo uma empresa...Tomo como exemplo já associando ao que foi dito, o acidente com o Boeing da TAM em Julho de 2007.A empresa lidou com a pressão de atender às demandas da imprensa e o desespero dos parentes, sem poder inventar satisfações confortantes com informações incertas. Uma crise pode destruir a credibilidade de uma empresa,a função do gerenciamento é saber transmitir informoções em relação aos problemas sem afetar a empresa.
Com a palestra, tudo quejá li,que ouço e vejo sobre assessoria de imprensa, fica muito pouco. Como disse a Iara, o assessor muitas vezes vai além. Tem que se adaptar e conhecer bem cada assessorado e organização e nem sempre seu trabalho traz o melhor resultado. Neste momento o assessor precisa manter a cabeça fria para montar uma estratégia. Embora não aconteça, o assessor tem sempre que falar a verdade. Esse negócio de assessoria é bem complicado.
Na pratica o que vemos em sala de aula é totalmente diferente do que a teoria que aprendemos. Pudera, nenhuma instituição de ensino diria par você 'omitir' um fato ou dizer metade da verdade. O que sabemos é que existe, sim, uma troca de favores, uma maneira de dar aquele jeitinho e contornar situações complicadas. O que mais me chamou a atençao na palestra foi justamente ouvir como é na vida real o que fantasiamos ser em sala de aula. Ouvir as experiencias da Lara contribui para ter um pouco mais de noçao sobre o que é mesmo o papel de um assessor, ainda mais quando ele precisa trabalhar em meio a uma crise. Identificar os prós e contras, elaborar estratégias para passar por um momento delicado. Muito interessante também, como ela disse, conhecer o seu assessorado e dar muita atenção em como falar e o que falar.
A palestra? Foi, no mínimo, imperdível mesmo (rs)... Iara Vidal é com certeza uma jornalista com muita experiência e ouvi-la compartilhar um pouco dessas experiências foi muito enriquecedor. Como disse aos meus colegas de turma, fazer um comentário a respeito não seria muito fácil, pois prestei atenção e entendi tudo o que foi passado. Não ficaram dúvidas. Só que fiquei tão entretida que não fiz nenhuma anotação, então as informações estão meio que flutuando em meu subconsciente... hehe Mas vamos lá! Vou começar pela primeira coisa (ou uma das primeiras coisas) que ela disse, e que ficou ressaltando até o final da palestra: Uma assessoria precisa ter objetivos pré-determinados. Achei isso interessante, e apesar de lógico, como ela mesma disse nem sempre isso é seguido. Traçar estratégias pensando nos resultados. Isso ficou bem marcado para mim. Concordo plenamente, até porque um assessor não pode errar num momento delicado como uma crise. É preciso ter muita visão. O ideal é ter planos preventivos para prever e evitar crises. Porém nem sempre isso é possível, então o jogo de cintura é essencial no gerenciamento de uma crise. É aí que vem uma informação que soa estranho aos ouvidos: você está sendo atacado nos veículos, sua imagem foi posta em dúvida e a melhor opção é... Tchan tchan tchan tchan... Ficar na sua. Sim... pode parecer ilógico mas é o que a Iara afirma, e o que já ouvimos em outras ocasiões também. “Merda quanto mais se mexe mais fede”. Muitas vezes o assessor deve orientar o assessorado a guardar o silêncio (e muitas vezes o assessorado não vai aceitar a “sugestão”, como inclusive já aconteceu com nossa palestrante). Uma assessoria deve estar sempre disposta a ajudar e fornecer informações a qualquer veículo que lhe procure, sem distinção. Verdade seja dita, é ÓBVIO que a Folha de São Paulo vai receber mais destaque do que o fictício jornal citado, o Jornal da Asa Norte. Isso é fato. Os veículos grandes têm alguma preferência... E jornalista também! Se o fulano é um belo de um pé no saco o assessor pode sabotá-lo. Um furo por exemplo ninguém gosta de levar. Então, dar uma exclusiva para o concorrente do figura pode ser uma ótima lição...rsrs. Adorei quando a Iara relatou isso... foi muito bom saber que o assessor não está, necessariamente, nas mãos do jornalista, e que ele tem lá suas malemolências. Além do mais deve ser bem divertido, não é verdade?! Enfim! Prever ou avistar uma crise, colocar na mesa os objetivos a serem alcançados, traçar estratégias para consegui-lo, colocá-las em prática, ver os resultados, cuidar da manutenção da paz e da calmaria posteriormente. A Iara falou que não gosta desta última parte, que ela gosta mesmo é de ver o caos instalado. Por mais tranqüila que seja a pessoa, acho que este mundo sedutor (esta é bem palavra) chama muito a atenção. Chamou a minha. Fiquei animada com tudo o que ouvi (por mais que não consiga colocar tudo aqui neste momento) e tive vontade de sentir a adrenalina que parece ser uma assessoria de imprensa no gerenciamento de uma crise. O que a gente ouviu da Iara, que trabalha na área, mostra até bem o que se vê nos livros, mas inevitavelmente a prática é diferente da teoria (se é que dá para entender a colocação um tanto contraditória...). Um certo professor Henrique sempre diz que não vamos saber fazer jornalismo indo para aulas chatas ficar ouvindo, ouvindo, ouvindo... E cada vez mais assino embaixo! Claro que o que vemos em sala nos auxilia, mas só vamos saber como é, de fato, quando estivermos lá. E esta palestra me estimulou a estar lá. É bem verdade que para pegar uma assessoria é bom que se tenha experiência numa redação, pois além de saber como a coisa toda funciona fazemos contatos. Seja como for há muito o que aprender, e desaprender também. Uma conclusão de tudo: “um assessor tem que ser esperto: enquanto os jornalistas vão com a farinha ele volta com o bolo”. ;)
A Jornalista Iara Vidal e nos presenteou com sua experiência sobre gerenciamento de crises, em sua palestra nos deu uma aula sobre o assunto. Iara pontuou as medidas mais importantes a serem tomadas em meio às crises, em primeiro lugar é cuidar da imagem da empresa, para que o acontecido não cause grandes danos à imagem já conquistada pela emprese junto ao público. O AI tem que ficar a par de todas as medidas que a empresa irá tomar, e a partir daí traçar um plano de ação. Definido o plano de ação, chega à hora de montar uma equipe para gerenciar as informação e tratar da crise, em geral as equipes são formadas por jornalistas e relações públicas. Parte essencial para a orientação da equipe formada é o information book ou simplesmente banco de dados, assim como fazer o levantamento dos veículos e repórteres que estão cobrindo o caso (os que estão falando bem e os que estão falando mal). Seguindo o levantamento feito pela assessoria de imprensa formula-se um programa de relacionamento com os jornalistas, formadores de opinião e com a própria instituição. O assessor de imprensa nunca deve esquecer da criatividade para sair de uma crise, ele deve sugerir pautas positivas para a mídia a fim de melhorar a imagem da instituição e se for necessário ele deve explorar todas as mídias para alcançar seu objetivo.
Muito construtivo para nós alunos, é sair da teoria fornecida pelos livros e aprofundar o conhecimento com relatos e expereiências de quem viveu as situações decritas na prática. A palestra com a jornalista Iara Vidal, além de muito divertida, foi muito esclarecedora. As declarações sobre gerenciamento de crise chamaram muito a atenção,principalmente o fato dela gostar de trabalhar nessas situações. O assessor de imprensa deve gerenciar todos os setores da impresa, lembrando sempre que ele é apenas o rabo e o rabo não movimenta o cachorro!rabo é apenas rabo! Cada qual com seu papel.O assessor é a principal porta de entrada da imprensa, por isso todos os veículos devem ser tratados com devido respeito. É claro que o grau de credibilidade de um veículo vai alterar na preparação da matéria. Grandes mídias recebem um contéudo diferente das mídias menores. Isso porque a veiculação é diferente. No mais o assesor deve conhecer todos os setores da instituição administrada ,manter-se sempre munido de informações e acima de tudo deve estar atento para as crises, (que com a exeção dos desastres e acidentes)sempre avisa antes de explodir e é a função do assessor contornar esta situação da melhor forma possivél.
A assessora Yara esclareceu muito bem a assessoria de impressa e o relacionamento com a mídia, deixou bem claro a relação entre assessorado e imprensa, como as entrevistas são realizadas e o que deve ser publicado. É um trabalho muito delicado no caso de crise, muito cuidado deve ser tomado no que vai ser publicado, porque um erro de coerência pode levar tudo a perder.
Antes de tudo o assessor deve ver sempre o que é melhor pra empresa, mapear uma estratégia, ver as franquezas e o forte da empresa, isso fará que ele elabore um melhor discurso. Ter sempre um documento de consulta em caso de crise ou até mesmo para uma publicação positiva em um jornal. Possuir um malling que é uma lista de contatos de jornalistas e veículos de comunicação de interesse da assessoria: jornais locais, nacionais, colunistas, pauteiros e fontes. As fontes devem ser checadas, e duvidar sempre. O malling dever ser avaliado e atualizado. E é muito importante estabelecer um programa de relacionamento.
As pautas devem ser positivas, elas são discutidas em reuniões, encontros informais como um almoço, identificar assuntos de interesse da mídia. Os melhores veiculos para a divulgação de pauta são o rádio e a internet além do jornal impresso pelo fato das pessoas terem maior acessibilidade. E ter sempre um posicionamento em caso de uma reportagem negativa, por isso é muito importante ter um discurso elaborado.
Conclui que assessoria é uma troca de interesses, nos casos de crises nunca se deve mentir, omitir é a melhor opção. O profissional de assessoria deve se informar de tudo que se passa na mídia e conhecer cada detalhe da empresa sem deixar nada passar despercebido, estando informado de tudo que se passa.
11 comentários:
Meu PEN DRIVE deu tiuT. Na hora da aula eu posto, estou sem net em casa! São os vírus do unicep
OI Henrique,
Assisti a palestra, adorei, só que não estou conseguindo escrever. Fiquei com uma dúvida e falo com você em sala.
A palestra com Iara Vidal, foi um relato de como funciona na prática uma assessoria de imprensa.
Fatos, imprevistos e o que um assessor deve fazer diante de diversas situações que ocorrem diariamente nas assessorias.
Bem diferente do que se lê nos livros, um dia de trabalho numa assessoria não é nada fácil segundo os relato de Iara.
De tudo dito na palestra, ela conta que para ser um bom assessor se deve vestir a camisa empresa ou instituição, dizer sempre a verdade. O que na minha opinião mais chamou atenção de tudo que foi dito.
PAULA FERREIRA :
Situações de crises, em alguns casos são esperados, mas na maioria das vezes não. Estar preparado para enfrentar situações de crise é um bom atributo do profissional , principalmente voltado para a área de comunicação.
Assistindo à palestra, imaginei como seria gerenciar uma crise ,ou melhor, uma situação de caos instalado como uma tragédia, ou acidente ambiental envolvendo uma empresa...Tomo como exemplo já associando ao que foi dito, o acidente com o Boeing da TAM em Julho de 2007.A empresa lidou com a pressão de atender às demandas da imprensa e o desespero dos parentes, sem poder inventar satisfações confortantes com informações incertas.
Uma crise pode destruir a credibilidade de uma empresa,a função do gerenciamento é saber transmitir informoções em relação aos problemas sem afetar a empresa.
Com a palestra, tudo quejá li,que ouço e vejo sobre assessoria de imprensa, fica muito pouco. Como disse a Iara, o assessor muitas vezes vai além. Tem que se adaptar e conhecer bem cada assessorado e organização e nem sempre seu trabalho traz o melhor resultado. Neste momento o assessor precisa manter a cabeça fria para montar uma estratégia. Embora não aconteça, o assessor tem sempre que falar a verdade. Esse negócio de assessoria é bem complicado.
Na pratica o que vemos em sala de aula é totalmente diferente do que a teoria que aprendemos. Pudera, nenhuma instituição de ensino diria par você 'omitir' um fato ou dizer metade da verdade.
O que sabemos é que existe, sim, uma troca de favores, uma maneira de dar aquele jeitinho e contornar situações complicadas. O que mais me chamou a atençao na palestra foi justamente ouvir como é na vida real o que fantasiamos ser em sala de aula.
Ouvir as experiencias da Lara contribui para ter um pouco mais de noçao sobre o que é mesmo o papel de um assessor, ainda mais quando ele precisa trabalhar em meio a uma crise. Identificar os prós e contras, elaborar estratégias para passar por um momento delicado.
Muito interessante também, como ela disse, conhecer o seu assessorado e dar muita atenção em como falar e o que falar.
Roberta Yasuiê
A palestra? Foi, no mínimo, imperdível mesmo (rs)...
Iara Vidal é com certeza uma jornalista com muita experiência e ouvi-la compartilhar um pouco dessas experiências foi muito enriquecedor.
Como disse aos meus colegas de turma, fazer um comentário a respeito não seria muito fácil, pois prestei atenção e entendi tudo o que foi passado. Não ficaram dúvidas. Só que fiquei tão entretida que não fiz nenhuma anotação, então as informações estão meio que flutuando em meu subconsciente... hehe
Mas vamos lá! Vou começar pela primeira coisa (ou uma das primeiras coisas) que ela disse, e que ficou ressaltando até o final da palestra: Uma assessoria precisa ter objetivos pré-determinados. Achei isso interessante, e apesar de lógico, como ela mesma disse nem sempre isso é seguido. Traçar estratégias pensando nos resultados. Isso ficou bem marcado para mim. Concordo plenamente, até porque um assessor não pode errar num momento delicado como uma crise. É preciso ter muita visão.
O ideal é ter planos preventivos para prever e evitar crises. Porém nem sempre isso é possível, então o jogo de cintura é essencial no gerenciamento de uma crise. É aí que vem uma informação que soa estranho aos ouvidos: você está sendo atacado nos veículos, sua imagem foi posta em dúvida e a melhor opção é... Tchan tchan tchan tchan... Ficar na sua. Sim... pode parecer ilógico mas é o que a Iara afirma, e o que já ouvimos em outras ocasiões também. “Merda quanto mais se mexe mais fede”. Muitas vezes o assessor deve orientar o assessorado a guardar o silêncio (e muitas vezes o assessorado não vai aceitar a “sugestão”, como inclusive já aconteceu com nossa palestrante).
Uma assessoria deve estar sempre disposta a ajudar e fornecer informações a qualquer veículo que lhe procure, sem distinção. Verdade seja dita, é ÓBVIO que a Folha de São Paulo vai receber mais destaque do que o fictício jornal citado, o Jornal da Asa Norte. Isso é fato. Os veículos grandes têm alguma preferência... E jornalista também! Se o fulano é um belo de um pé no saco o assessor pode sabotá-lo. Um furo por exemplo ninguém gosta de levar. Então, dar uma exclusiva para o concorrente do figura pode ser uma ótima lição...rsrs. Adorei quando a Iara relatou isso... foi muito bom saber que o assessor não está, necessariamente, nas mãos do jornalista, e que ele tem lá suas malemolências. Além do mais deve ser bem divertido, não é verdade?!
Enfim! Prever ou avistar uma crise, colocar na mesa os objetivos a serem alcançados, traçar estratégias para consegui-lo, colocá-las em prática, ver os resultados, cuidar da manutenção da paz e da calmaria posteriormente. A Iara falou que não gosta desta última parte, que ela gosta mesmo é de ver o caos instalado. Por mais tranqüila que seja a pessoa, acho que este mundo sedutor (esta é bem palavra) chama muito a atenção. Chamou a minha. Fiquei animada com tudo o que ouvi (por mais que não consiga colocar tudo aqui neste momento) e tive vontade de sentir a adrenalina que parece ser uma assessoria de imprensa no gerenciamento de uma crise.
O que a gente ouviu da Iara, que trabalha na área, mostra até bem o que se vê nos livros, mas inevitavelmente a prática é diferente da teoria (se é que dá para entender a colocação um tanto contraditória...). Um certo professor Henrique sempre diz que não vamos saber fazer jornalismo indo para aulas chatas ficar ouvindo, ouvindo, ouvindo... E cada vez mais assino embaixo! Claro que o que vemos em sala nos auxilia, mas só vamos saber como é, de fato, quando estivermos lá. E esta palestra me estimulou a estar lá. É bem verdade que para pegar uma assessoria é bom que se tenha experiência numa redação, pois além de saber como a coisa toda funciona fazemos contatos. Seja como for há muito o que aprender, e desaprender também.
Uma conclusão de tudo: “um assessor tem que ser esperto: enquanto os jornalistas vão com a farinha ele volta com o bolo”. ;)
teste
Palestra sobre Gerenciamento de Crise
A Jornalista Iara Vidal e nos presenteou com sua experiência sobre gerenciamento de crises, em sua palestra nos deu uma aula sobre o assunto.
Iara pontuou as medidas mais importantes a serem tomadas em meio às crises, em primeiro lugar é cuidar da imagem da empresa, para que o acontecido não cause grandes danos à imagem já conquistada pela emprese junto ao público.
O AI tem que ficar a par de todas as medidas que a empresa irá tomar, e a partir daí traçar um plano de ação. Definido o plano de ação, chega à hora de montar uma equipe para gerenciar as informação e tratar da crise, em geral as equipes são formadas por jornalistas e relações públicas.
Parte essencial para a orientação da equipe formada é o information book ou simplesmente banco de dados, assim como fazer o levantamento dos veículos e repórteres que estão cobrindo o caso (os que estão falando bem e os que estão falando mal). Seguindo o levantamento feito pela assessoria de imprensa formula-se um programa de relacionamento com os jornalistas, formadores de opinião e com a própria instituição.
O assessor de imprensa nunca deve esquecer da criatividade para sair de uma crise, ele deve sugerir pautas positivas para a mídia a fim de melhorar a imagem da instituição e se for necessário ele deve explorar todas as mídias para alcançar seu objetivo.
Muito construtivo para nós alunos, é sair da teoria fornecida pelos livros e aprofundar o conhecimento com relatos e expereiências de quem viveu as situações decritas na prática.
A palestra com a jornalista Iara Vidal, além de muito divertida, foi muito esclarecedora. As declarações sobre gerenciamento de crise chamaram muito a atenção,principalmente o fato dela gostar de trabalhar nessas situações.
O assessor de imprensa deve gerenciar todos os setores da impresa, lembrando sempre que ele é apenas o rabo e o rabo não movimenta o cachorro!rabo é apenas rabo! Cada qual com seu papel.O assessor é a principal porta de entrada da imprensa, por isso todos os veículos devem ser tratados com devido respeito. É claro que o grau de credibilidade de um veículo vai alterar na preparação da matéria. Grandes mídias recebem um contéudo diferente das mídias menores. Isso porque a veiculação é diferente. No mais o assesor deve conhecer todos os setores da instituição administrada ,manter-se sempre munido de informações e acima de tudo deve estar atento para as crises, (que com a exeção dos desastres e acidentes)sempre avisa antes de explodir e é a função do assessor contornar esta situação da melhor forma possivél.
Gerenciamento de Crise
A assessora Yara esclareceu muito bem a assessoria de impressa e o relacionamento com a mídia, deixou bem claro a relação entre assessorado e imprensa, como as entrevistas são realizadas e o que deve ser publicado. É um trabalho muito delicado no caso de crise, muito cuidado deve ser tomado no que vai ser publicado, porque um erro de coerência pode levar tudo a perder.
Antes de tudo o assessor deve ver sempre o que é melhor pra empresa, mapear uma estratégia, ver as franquezas e o forte da empresa, isso fará que ele elabore um melhor discurso. Ter sempre um documento de consulta em caso de crise ou até mesmo para uma publicação positiva em um jornal. Possuir um malling que é uma lista de contatos de jornalistas e veículos de comunicação de interesse da assessoria: jornais locais, nacionais, colunistas, pauteiros e fontes. As fontes devem ser checadas, e duvidar sempre. O malling dever ser avaliado e atualizado. E é muito importante estabelecer um programa de relacionamento.
As pautas devem ser positivas, elas são discutidas em reuniões, encontros informais como um almoço, identificar assuntos de interesse da mídia. Os melhores veiculos para a divulgação de pauta são o rádio e a internet além do jornal impresso pelo fato das pessoas terem maior acessibilidade. E ter sempre um posicionamento em caso de uma reportagem negativa, por isso é muito importante ter um discurso elaborado.
Conclui que assessoria é uma troca de interesses, nos casos de crises nunca se deve mentir, omitir é a melhor opção. O profissional de assessoria deve se informar de tudo que se passa na mídia e conhecer cada detalhe da empresa sem deixar nada passar despercebido, estando informado de tudo que se passa.
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